Total de visualizações de página

FM ESPERANÇA

terça-feira, 19 de maio de 2015

NÃO DEIXE A ONDA TE PEGAR


A Igreja Cristã tem perdido seu poder influenciador e está se deixando  influenciar pelo mundo e por filosofias contrárias ao ensino das escrituras. Um dos movimentos perigosos que tem se levantado como a “última moda” é o movimento denominado de Videira (Vineard) que tem se infiltrado dentro das várias denominações cristãs, inclusive naquela que são consideradas igrejas históricas e fundamentalistas. Será que os que defendem e seguem os princípios do Movimento Videira tem  se preocupado em estudar o que existe por trás do movimento? Qual será a origem desta nova onda entre “os cristãos”?
O Movimento Vineyard ou videira é uma organização carismática, que resultou em um movimento para-pentecostal, também reconhecido pelos nomes: "terceira onda", "teologia do poder," e "movimento dos sinais e das maravilhas” e que chegou ao Brasil nesta última década. Esse movimento teve suas raízes no início dos anos 70. Por volta de 1974, um pastor chamado Kenn Gullikson começou a crescer com ele e acabou formando uma igreja em Beverly Hills, Califórnia - EUA.
O objetivo declarado do movimento Vineyard foi a de combinar o melhor do pensamento evangélico com as práticas pentecostais, o que até parece algo inocente. Porém, há certos aspectos dos ensinamentos do Movimento Vineyard que são, no mínimo, suspeitos, se é que inteiramente não bíblicos. Os membros do Movimento Vineyard dependem da "experiência com Deus" ao invés de seguir a Bíblia como o padrão de fé e prática. Aí está um grande engano e devido a isso, eles ensinam que se o que fazem “funciona” de forma pragmática, então só pode ser de Deus. Além disso, o Movimento Vineyard promove diversas práticas que têm mais em comum com o ocultismo e o movimento da Nova Era que com o cristianismo bíblico. Algumas igrejas do Movimento Vineyard são conhecidas pela "cura interior" através do contato com espíritos familiares, das leituras de aura e dos programas psicológicos.
Esse movimento tem influenciado o comportamento de muitos cristãos, destruídos pilares das Igrejas Fundamentalistas, como por exemplo, a autoridade das escrituras e, tem influenciados a liturgia dos cultos de muitas Igrejas.
O alvo desse movimento é atingir o público Jovem com uma teologia moderna, que envolve uma mensagem mais branda e uma música que fale a linguagem dos jovens. O Movimento Vineyard no seu objetivo de "permitir que o Espírito se mova de formas que não esperamos", tem consentido que doutrinas estranhas e falsas práticas se infiltrem nos seus escalões, coisas que o Espírito Santo de Deus se opõe diametralmente.
É preciso estar alerta, as ondas sempre fizeram estragos enormes em muitas igrejas. Cuidado  para ser apanhado por essa nova mentira que se disfarça tão da verdade que até parece ser, mas na verdade é uma fraude espiritual a semelhança do G12 e outros movimentos modernos, que o alvo é o antropocentrismo e não cristocêntrico.
Pastor Lenivaldo Gonzaga
Pastor da Igreja Batista Regular em Caicó RN





sábado, 16 de maio de 2015

IDOLATRIA ATUAL



Uma coisa que está cada dia mais clara na Igreja de Jesus é a necessidade de uma “santificação em massa” de muitos cristãos. É até difícil falar isso, mas é a mais pura verdade. Somente alguns poucos (e põe poucos nisso) estão levando uma vida em paz, sabendo que Deus está feliz de seu caminhar. Claro que não digo que esses irmãos sejam perfeitos (perfeito só Ele!!),  mas sim que eles estão ouvindo e obedecendo a voz do Senhor.
Como eu, sinceramente, não me encaixo nesse seleto grupo (ainda!!), o Senhor me mostrou uma passagem do único livro no qual eu não esperava que Ele fosse usar para esse propósito: Deuteronômio.
Após “surfar” por entre várias referências, caí em Dt 17, um capítulo pequeno que fala sobre O castigo da idolatria. E essa palavra me tocou demais ao coração.
Logo no primeiro versículo, Ele nos mostra a necessidade real de se ter uma vida santa. Claro que o uso da palavra imperfeição está aí no sentido de se ter uma vida consagrada, realmente entregue ao trono de Deus (explicado mais adiante pelo termo algum defeito grave). Ainda nesse versículo, a Palavra fala sobre abominação, que é exatamente o que ocorre com nossa vida quando em pecado: o Espírito Santo se afasta de nós.
Do versículo 2 até o 5, fica claro o que Ele quer nos falar com essa passagem: não idolatrar outros deuses. Muitos louvam: “Só a ti pertence a minha vida, a honra, a glória e adoração….” Mas não percebem o quanto louvam e adoram a outros deuses. No mundo de hoje é quase impossível não adorar o dinheiro. Adorar um programa de TV. Adorar até mesmo um pecado, sem nem saber. Quem nunca viu um filme do Stallone e torceu para que ele desse aquela surra no bandido? É difícil achar alguém. Ou quem nunca disse “Eu adoro o jeito de fulano falar ou vestir…”. É algo que realmente devemos parar e refletir. Muitos pensam que pronunciar a palavra “adorar” no sentido de “gostar” não tem ligação com o “adorar” de Deus. Mas tem. Nossa boca tem poder. E o pior é que, como diz em Tg 3.10: “De uma só boca procede bênção e maldição”. Devemos nos policiar!!!
Mas nesse trecho da Palavra de Deus, também encontramos uma coisa que tem atormentado muitos cristãos (e me ponho nesse grupo), que é o desejo de deixar Deus entrar em nossas vidas, mas até certo ponto, sem entregar algumas áreas do nosso viver. No caso, essa questão é representada pelo homem que adora a outros deuses. Ele representa as áreas que não queremos entregar. E vocês vêem o que a Palavra pede para que façamos: apedrejar!
Mas como podemos fazer isso? Jogando pedras em nós mesmos? Misericórdia!!! Que ninguém faça isso!!! No caso, as pedras são as nossas orações, uma das únicas armas que um cristão realmente têm para usar. Temos de apedrejar tudo que tem de errado em nossas vidas. TUDO! É difícil, pois às vezes temos pena, ou até mesmo gostamos de certas coisas. Mas se quisermos ser cristãos que seguem a Cristo Jesus (!!), devemos fazê-lo!
Já no versículo 6, vemos outro aspecto edificante que Ele quer pôr nos nossos corações: a comunhão entre irmãos. Se eu for jogar uma pedra em alguém, eu vou machucar, mas não devo matá-la. Agora, se várias pessoas forem fazê-lo, com certeza o inimigo vai ser fulminado! E é assim com nossas orações: devemos todos orar uns pelos outros. A união faz a força, certo? No caso, a força vem dele, nós apenas a invocamos.
E, o último aspecto que Ele me mostrou com essa passagem, foi o trecho que diz “A mão das testemunhas será a primeira contra ele”. Essa é a essência de tudo. Nós querermos mudar. Ou melhor, nós queremos que Deus nos mude. Nós jogarmos a primeira pedra é essencial. Temos de começar orando. Só assim Ele vai ter realmente liberdade para se mover e nos santificar (não se esqueça que o fazer e o querer vêm dele!). E esse é o objetivo de nossas vidas: pregar o evangelho, adorá-lo e viver uma vida santa.
Eu espero que essa palavra tenha tocado o seu coração, pois tocou o meu. E bem fundo. E, que a partir de agora, nós possamos viver em novidade de vida, ao lado dele. A PAZ!




terça-feira, 14 de abril de 2015

PROGRAMA SEGUINDO A CRISTO

Todos os domingos ao meio dia, a Igreja Batista Regular de Caicó apresenta o Programa Seguindo a Cristo na Rádio Caicó AM. O programa é dinâmico, música, prestação de serviços, informação e principalmente a exposição da Palavra de Deus. 

Ouça e divulgue nosso programa para amigos e conhecidos.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

ESTADO ISLÂMICO EXPÕE O MUDO A PERIGO DE III GUERRA MUNDIAL


O Estado Islâmico pode causar a Terceira Guerra Mundial?

Arno Froese - 30/01/2015
O rei da Jordânia, Abdullah II descreveu a luta contra o Estado Islâmico como semelhante a uma terceira guerra mundial.
"Nós temos que nos levantar e dizer: 'Esta é a linha que é desenhada na areia'", disse o rei em uma entrevista que foi ao ar na CBS. "É claramente uma luta entre o bem e o mal."
Em uma longa entrevista com Charlie Rose, Abdullah mencionou que a um recruta do Estado Islâmico é oferecido cerca de US$ 1000 por mês, que é similar ao pagamento de um coronel do exército jordaniano.
Obama e Abdullah fizeram uma demonstração de solidariedade contra o Estado Islâmico, mantendo conversações no Salão Oval que cobriram desde o programa nuclear do Irã até tensões entre Israel e os palestinos.
Abdullah absorveu em seu país cerca de 1,5 milhões de refugiados da guerra civil na Síria. Para continuar a lidar com o desafio, Obama prometeu US$ 1 bilhão em ajuda e uma nova garantia de empréstimo para ajudar a Jordânia. The Jerusalem Post, 08 de dezembro de 2014
O potencial para uma terceira guerra mundial não é impossível, mas muito improvável. O mundo mudou em praticamente todos os níveis da sociedade, sendo a globalização a causa principal. A maioria das nações do mundo estão interligadas, de tal forma que qualquer quebra poderia causar uma catástrofe sem precedentes a cada país participante.
Interessante é que o ISIS tem a capacidade de pagar grandes quantias para seus soldados. Essa escala de pagamento é um grande atrativo para aqueles que não vêem nenhuma maneira de sair da pobreza. Mas isso não se aplica a outros grupos provenientes das relativamente abastadas nações europeias.
Sem dúvida, no final, o ISIS irá e deve sucumbir. A razão parece óbvia: nenhuma nação reconhecida está por trás do ISIS.
Enquanto isso, um número cada vez maior de grupos muçulmanos estão abertamente distanciando-se da filosofia do ISIS para estabelecer um Estado islâmico no mundo árabe.
Como secar recursos financeiros, não só para ISIS, mas também para outros grupos terroristas, é a tarefa para a comunidade internacional. Isso também será resolvido no final, porque o maior poder ainda é o dinheiro. Apoio ao ISIS é apenas uma gota no balde quando comparado com a economia do mundo, com aproximadamente 70.000 bilhões de dólares.— Arno Froese - Beth-Shalom.com.br